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Quem?

Muitas vezes, pessoas (até mesmo aquelas que se definem como defensoras ou boas conhecedoras dos Direitos Humanos) ficam horrorizadas ao saberem de fatos corriqueiros como estes... Essas pessoas (infelizmente) são as que mais se aproximam daquilo quepensam saber o que é. Elas geralmente se justificam (ou são sinceras mesmo) com um: “Nossa, eu nunca imaginei uma coisa dessas na minha vida! Já escutei falar, mas pensei que fosse mentira.”

É por isso que eu sempre digo: “Só quem é sabe como é.”

E parece que a coisa vai num crescendo com o passar dos anos. No mundo.

2010

Ladrão branco usa máscara para parecer negro e enganar a polícia

Conrad Zdzierak

Conrad Zdzierak, de 30 anos, roubou quatro bancos e uma farmácia em apenas um dia, no intervalo de três horas.

Segundo o Daily Mail, a máscara era tão profissional que a policia divulgou as imagens do vídeo de segurança de um dos bancos com um apelo urgente para obter informações sobre o suspeito negro.

Zdzierak foi detido por porte de arma, mas logo foi liberado sob fiança, já que os oficiais não tinham razão para pensar que ele era o responsável pela onde de assaltos na área.

A polícia só encontrou o marginal depois que avistaram seu carro estacionado na frente de um motel. Dentro dele, manchas de corante vermelho de um dos sacos que continha o dinheiro roubado.

fonte

2011

NÃO É RACISMO:

NEM TODO MORENO É LADRÃO,

MAS TODO VAGABUNDO É MORENO BRONZEADO…

VAGABUNDO ALBINO SÓ ASSALTA NO PERÍODO NOTURNO…

TRABALHADOR ( OS TROUXAS ) É PÁLIDO!

panfleto de orientação para prevenção de assaltos na rodoviária de Brasília (DF)

panfleto de orientação

Bem eu acho que vejo, na imagem, uma vítima branca e dois assaltantes “marrons”

fonte

2014

O jovem negro que está denunciando o racismo “armado” de um smartphone virou a mais recente febre da internet.

Um jovem americano virou a mais recente febre da internet depois que seus vídeos, denunciando racismo, se espalharam pela rede. Rashid Polo é usuário do Vine, uma rede social que compartilha vídeos de no máximo sete segundos.

Ele costuma postar vídeos onde mostra a vigilância que sofre quando vai a uma loja de conveniência. Tudo com um humor espontâneo e debochado.

Um dos vídeos, postado em fevereiro, parece irreal, tamanho o humor involuntário. Nele, uma senhora branca se esgueira por trás de Rashid num supermercado e tenta se esconder quando percebe a filmagem.

Algumas pessoas poderão dizer que Rashid está vendo racismo onde não há. Afinal, muitos adolescentes brancos, negros, asiáticos ou hispânicos têm o hábito de afanar coisas em lojas de conveniência.

O problema é que as situações filmadas são comuns. O negro que nunca percebeu um segurança seguindo seus passos no supermercado está mentindo ou é desatento.

Trayor Christian, estudante de engenharia na época com 19 anos, foi à loja de luxo Barneys comprar um cinto de 349 dólares. Depois da compra, já na rua, foi abordado por agentes da polícia que o acusaram de usar um cartão de débito falso.

“Como você poderia pagar por um cinto desses? Onde você arranjou o dinheiro?”, perguntaram os policiais, que algemaram e detiveram o rapaz.

A situação não é diferente no Brasil.

O programa “Legendários”, anos atrás, fez um teste em que um negro, uma mulher branca e atraente e um rapaz efeminado entravam em uma loja, olhavam mercadorias e saíam ao mesmo tempo sem comprar nada.

Os três atores levavam nas bolsas um dispositivo para fazer o alarme apitar na saída. Fizeram o teste três vezes. Em um deles a moça foi abordada, mas questionou e saiu sem qualquer resistência do segurança. Por outro lado, o negro foi abordado duas vezes, em uma delas com violência.

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2015

PM baiana é máquina de matar negros. E o governo grita gol!

indignação e pesar

A inacreditável declaração do governador da Bahia, o petista Rui Costa, ao comentar o massacre promovido pela Rondesp no bairro do Cabula em Salvador, na madrugada do dia 6/02, que resultou no assassinato de 12 jovens negros, evidencia e sintetiza a maneira pela qual o Estado brasileiro e seus governos tratam a morte negra: com cinismo e insensibilidade.

“A polícia (…) tem que definir a cada momento (…), ter a frieza e a calma necessárias para tomar a decisão certa. É como um artilheiro em frente ao gol que tenta decidir, em alguns segundos, como é que ele vai botar a bola dentro do gol, pra fazer o gol (…). Depois que a jogada termina, se foi um golaço, todos os torcedores (…) irão bater palmas e a cena vai ser repetida várias vezes na televisão. Se o gol for perdido, o artilheiro vai ser condenado(…).”

fonte

Para ilustrar (mais um pouquinho):

Há mais de 40 anos atrás uma amiga minha, atriz francesa, estava iniciando no teatro. No espetáculo (de época) a personagem principal era uma poderosa matriarca dos tempos coloniais que reunia, na casa grande, amigos para cantorias, contação de histórias e "conversa fiada". Ela (a personagem) sofria de flatulência e ao longo do espetáculo soltava vários puns. Sempre que isso acontecia, naquela sala bonita e cheia de convidados elegantes, surgia uma "negrinha" toda "arrumadinha", com laçarotes de fitas nos cabelos que dizia (fazendo um gesto de bailarina agradecendo):

"O peido que a sinhá deu, não foi ela, fui eu!"

 

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