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A questão do sotaque PDF Imprimir E-mail

Sotaque, tempero, gingado...

O português falado descende de apenas 2 dialetos de base: o europeu e o brasileiro. No europeu privilegiam-se 3 (o de Coimbra,  o do Porto e o de Lisboa) e no Brasil apenas 2 (o de São Paulo e o do Rio de Janeiro) como mais dominantes nos meios de comunicação.

Miguel Falabella

O sotaque evidencia a pronúncia particular do indivíduo ou da região de onde ele vem e a diferença entre os sotaques é explicada historicamente, pois o nosso país foi colonizado por diferentes povos em diferentes momentos da história. No sul por italianos, alemães e povos do leste europeu. Pernambuco, no nordeste, sofre a influência dos holandeses “mauriciodenassaunianos”. O RS, além de italianos e alemães, do espanhol fronteiriço. O Rio de Janeiro foi sede da coroa portuguesa por uns 13 anos o que explica aquele chiado no S que não está em São Paulo. E, incrivelmente, na região norte do país (mais distante geograficamente e menos exposta à influência estrangeira) o sotaque está mais próximo das línguas indígenas.

negro salomão

Quando recebemos um estrangeiro (de onde quer que venha) às vezes ele se torna motivo de piada em virtude da pronúncia “sotaqueada” de algumas palavras e o mesmo pode acontecer conosco lá fora.

Mesmo entre os diversos “falares” nacionais há desconforto com isso. Muitas pessoas (principalmente as que não são do RJ e nem de SP) procuram chegar nestas cidades conhecendo um pouco da maneira de falar do povo para não se sentirem excluídas ou se tornarem motivo de piada.

Estranhamente comemos um prato que não e nosso, dançamos uma dança que não é nossa, aderimos a uma moda que não é nossa, cultuamos uma religião que não e nossa, falamos uma língua que "não" é nossa, entre outras tantas coisas que "não são de todo nossas", sem qualquer problema...

Mas, diante do indivíduo sempre damos uma "rateada".

Fonte 1

Fonte 2

*ao clicar nos links dessa matéria, automaticamente, estão concedidos os créditos aos autores ou detentores.

 

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