Login



Detectamos o seu IP

Você está conectado(a) a este site de: 54.224.168.206

Dali Clock

Social Media Links

TwitterFacebook

Pessoas Online

Nós temos 195 visitantes e 9 membros online
  • redezrenn

Visitas

HOJE147
ONTEM274
NA SEMANA667
NO MÊS3239
TODAS309975
Powered by Kubik-Rubik.de

Siga-nos

Siga o Dica Quente no Twitter

Twitter

Doacoes


 
AMARILDO DE SOUZA, AJUDANTE DE PEDREIRO, CIDADÃO DE DIREITOS PDF Imprimir E-mail

CASO AMARILDO DE SOUZA

Como ocorreu

O ajudante de pedreiro, Amarildo de Souza sumiu durante a "Operação Paz Armada", após ser levado por policiais militares para ser interrogado na sede da UPP de combate ao tráfico na comunidade da Rocinha, entre os dias 13 e 14 de julho de 2013. Lá teria passado por averiguação. Após, eles ainda passaram por vários pontos da cidade do Rio antes de voltar à sede da UPP, onde as câmeras de segurança mostram as últimas imagens da vítima, que, segundo os policiais deixou o local sozinho, mas isso não registrado pelas câmeras.

Amarildo de Souza, então com 43 anos nasceu, como todos os cidadãos brasileiros, pleno em seus Direitos e os policiais da UPP também.

Amarildo de Souza

fonte da imagem

Depoimentos indicaram que quatro policiais militares participaram ativamente da sessão de tortura a que o cidadão Amarildo fora submetido ao lado do contêiner da UPP da referida comunidade. O Ministério Público informou que testemunhas contaram à policia sobre a participação desses PMs no crime. Após seis meses de buscas pelo corpo do pedreiro, sem sucesso, a Justiça decretou a morte presumida de Amarildo de Souza.

Tortura
De acordo com a promotora Carmem Elisa Bastos, do GAECO, o tenente Luiz Medeiros, o sargento Reinaldo Gonçalves e os soldados Anderson Maia e Douglas Roberto Vital torturaram Amarildo depois que ele foi levado para uma "averiguação" na base da UPP. Ainda segundo eles, outros PMs são suspeitos de participar ativamente da ação. Segundo a promotora, enquanto o ajudante de pedreiro era torturado por quatro policiais, outros 12 ficaram montando vigia do lado de fora e 8 que estavam dentro dos contêineres que servem de base à UPP foram considerados omissos porque não fizeram nada para impedir a violência.

UPP

fonte da imagem

Outros 5 policiais colaboraram com as investigações e disseram que o major Edson, então comandante da UPP, estava num dos contêineres, que não têm isolamento acústico, e podia ouvir tudo.

major Edson Santos

Novo laudo pericial

Um novo laudo pericial de voz, em paralelo, concluiu que a voz que se fez passar pelo traficante Catatau assumindo a autoria da morte do Amarildo é a voz do PM Marlon Campos Reis, réu no processo criminal sobre a morte de Amarildo. Na ligação, Marlon faz ameaças e diz que já "botou o Boi na sua conta". “Boi” seria o apelido de Amarildo.

As polícias brasileiras mataram, durante o serviço, 2.212 pessoas em 2013, apontam dados da 8ª edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, produzido pela organização não governamental Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). Em média, são 6,11 mortos por dia. O número é menor do que o verificado no ano anterior, quando 2.332 pessoas foram mortas pela polícia no Brasil.

fonte

O Ministério Público vai abrir investigação para saber o que o Bope estava fazendo na Rocinha na noite em que o ajudante de pedreiro desapareceu. A decisão se deu após ter acesso e analisar novas imagens de uma câmera de segurança instalada nas proximidades da UPP.

(...) "A presença do Bope precisa ser realmente esclarecida” (...)

(...) Policiais que estavam ali foram dispensados, exatamente na hora em que o Bope é acionado. Então por que realmente o Bope foi pra lá?" (...)

Novas imagens

Imagens mostram que 2 caminhonetes do Bope chegam sem ninguém na caçamba. Só a 3ª e a 4ª caminhonetes têm policias armados na parte traseira. Cada uma, com dois homens.

À 0h36, duas caminhonetes do Bope deixam a UPP. Na primeira, há dois policiais em pé e um sentado. Em seguida, sai o carro em que o equipamento de localização por satélite (GPS) não funciona. Neste, a caçamba está mais cheia. São dois policiais em pé, um agachado e outro, do lado direito, sentado, com a perna para fora.

As imagens levantaram suspeitas no MP. Os peritos, no entanto, só confirmaram a suspeita quando trataram no computador as imagens da câmera de segurança. Eles usaram variações de luz e sombra, que são elementos básicos para revelar o volume e a profundidade de objetos.

Volume levantou suspeitas

Foi esse ponto que chamou atenção dos promotores. Os peritos do MP enxergaram um volume, enrolado num material preto – uma suposta capa protetora de moto.

25 policiais militares foram denunciados por tortura seguida de morte: O então comandante da UPP, Major Edson Santos, 4 PMs que participaram diretamente da violência, 12 que ficaram de vigia e 8 que estavam dentro dos contêineres e não fizeram nada pra impedir o crime.

Dos 25 réus, 16 também respondem por ocultação de cadáver. A polícia civil fez várias buscas na mata, mas nunca conseguiu encontrar o corpo do cidadão, pleno de Direitos, Amarildo de Souza.

Outras fontes: AB

*ao clicar nos links dessa matéria, automaticamente, estão concedidos os créditos aos autores ou detentores.

 

Comentar

Por favor, use de polidez em seu comentário. Não utilize palavras ofensivas ou palavrões e seja bem vindo(a).


Código de segurança
Atualizar