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EU QUERIA COMEÇAR UMA GUERRA RACIAL PDF Imprimir E-mail

Sempre tomo um certo cuidado quando o tema "comum" se torna "fato" num país de primeiro mundo (como nos EUA, por exemplo). Certos incidentes que ocorrem por lá, não ocorrem por . Eu acho que devido às condições sociopolíticas e etc. ... e etc. ... que nos separam e permitem uma certa lacuna cultural entre as formas de pensar e de agir lácá.

Mas se lá tem jovens que chegam atirando e matando por acreditarem numa verdade pessoal aqui tem quem faça o mesmo e batiza essa verdade pessoal de vingança ou de justiça com as próprias mãos, ou até mesmo de "você é playboy e eu vou te roubar"... e por aí vai.

Dylan Roof

Fonte da imagem

É bem verdade que num país mais rico do que o nosso (que mesmo tendo enfrentado uma crise não perdeu o orgulho de ser potência) as "maluquices" são condizentes com a "qualidade cultural" e com o poder de compra - no caso, poder de compra de uma arma de fogo. Aqui, um bandido armado - com uma arma usada, comprada de segunda mão e às vezes empenhada no resultado da ação - mata em média 0,3 pessoa (ou seja, precisa dar uns 4 tiros para matar 1 pessoa). Se estiver portando um revólver de calibre 38 (oito tiros) que não falhe nos disparos será capaz de matar 2 pessoas, sem ter certeza do que vai obter como recompensa. Se a arma for empenhada (se tiver sido comprada ou alugada "fiado") para ser paga com o produto do trabalho e este não for lucrativo o suficiente... coitado do ladrão... tá na água de salsisha...

Percebe-se então que falta uma "ideologia" para o criminoso daqui já que ele é tão criminoso quanto o criminoso de lá... Sem contar que o criminoso de lá compra uma arma (não a empenha) tendo certeza do seu poder de fogo e do estrago que ela poderá fazer em relação ao seu ideal.

Ooooopsssss... Ideologia? Como assim? Seria possível uma comparação dessas? O que tem a ver o maluco de lá com oassaltante daqui?

Percebo isso tão complicado... embaralhado até... Aliás, complicação e embaralhamento feitos por mim mesmo (e acho que por muitas outras pessoas também, que percebam a situação da mesma forma).

Na verdade escrevi esse texto com base numa conversa que ouvi hoje no ônibus quando um senhor falava para um jovem que "(...) o Dylan Roof matou por uma ideologia e que no Brasil se mata sem qualquer motivo. (...)"

Colocações embaralhadas à parte, fica para nós a questão racial que tanto lá como cá ainda precisa de atenção.

Bejin proceis.

*ao clicar nos links dessa matéria, automaticamente, estão concedidos os créditos aos autores ou detentores.

 

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