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UM CASO QUE CHOCOU A SOCIEDADE DE VÁRIOS PAÍSES PDF Imprimir E-mail

Juízes argentinos reduzem pena de estuprador alegando que a vítima (um menino de 6 anos) era gay

18/05/15

Os juízes Horacio PiomboRamón Sal Llargués justificaram a decisão dizendo que, por ter sido abusada pelo pai, a criança "estava habituada" a estupros. Decisão será investigada

Parece que o juiz Horacio, em entrevista à rádio local, foi um tanto contraditório, mas, no geral, ao saber dessa decisão “judicial” entendemos que estupro de vulnerável na Argentina não tem muita importância para a justiça. O estuprador trabalhava como dirigente de um clube de futebol onde o menino jogava.

JUÍZES ARGENTINOS

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Os dois juízes argentinos serão investigados por terem emitido um veredito absurdo para reduzir a pena de um molestador de criançasHoracio Piombo decidiu, com o apoio do colega Ramón Sal Llarguésbaixar a pena do estuprador Mario Tolosa alegando que a vítima, de apenas 6 anos de idade, tinha "orientação homossexual e estava habituada a sofrer abusos sexuais”. Os juízes declararam que o menino "tinha sua sexualidade definida" e consideraram que “o crime de estupro não foi tão ultrajante". Tolosa, que trabalhava como dirigente de um clube da cidade de Vicente López onde a vítima jogava futebol, havia sido condenado a seis anos de prisão por "abuso sexual com penetração carnal". Ele já se encontra em liberdade.

A decisão revoltou a família da vítima. "Ele violou uma criatura e dizem que é inocente porque a criança é gay. Mesmo que meu sobrinho seja gay, é normal que ele seja violado? Não entendo o que se passa na cabeça de um juiz para decidir isto, para deixá-lo em liberdade", afirmou Adriana, a tia da criança, segundo o jornal La Nación. "O que acontecerá se o menino sair para brincar e cruzar com ele? Onde está a Justiça? Não entra na minha cabeça que este juiz lhe concedeu a liberdade. No que eles pensavam?"

À rádio La Red, o juiz Piombo justificou o veredito dizendo que um abuso sexual anterior, que teria sido cometido pelo pai da criança, havia desqualificado a gravidade do estupro seguinte. "[A criança] já havia sofrido o impacto do crime gravemente ultrajante que é a iniciação provocada pelo pai", disse o magistrado. "Isso simplesmente havia ocorrido e como consequência dessa experiência o menor havia apresentado uma tendência ao travestismo. E tivemos que levá-la em conta em um processo cujo objetivo é julgar uma pessoa, não o menor, não a sociedade, não o pai, mas uma pessoa que cometeu atos indecentes contra este menor."

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SOCIEDADE CHOCADA

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