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CICLISTA ATROPELADO NÃO PODERÁ REIMPLANTAR O BRAÇO PDF Imprimir E-mail

EM NOME DA EQUIPE A MÉDICA RACHEL BAPTISTA PUBLICA NO FACEBOOK A INDIGNAÇÃO DE TODOS E CLASSIFICA O MOTORISTA COMO "MONSTRO"

A médica que atendeu o ciclista atropelado na Avenida Paulista na manhã de domingo se manifestou por meio de sua página no Facebook. Ela chama o motorista Alex Siwek, 22, que fugiu sem prestar socorro, de monstro e pede punição.

David Santos de Souza, 21 anos, teve o braço decepado no acidente. Durante a fuga, Alex jogou o braço da vítima, que ficou preso no pára-brisa do carro, em um córrego da zona sul.

Ele será indiciado por tentativa de homicídio doloso (quando há intenção de matar), embriaguez ao volante e omissão de socorro.A polícia também considerou que houve fraude processual.

Veja a íntegra da declaração da médica Rachel Baptista, da equipe do Hospital das Clínicas:

“Quero manifestar a minha indignação quanto a atitude desse monstro que atropelou o ciclista na avenida paulista e que inviabilizou a chance desse menino de 21 anos de tentar recuperar o braço. A nossa equipe: Dr Guilherme Barreiro, Dra Rachel Baptista, Dr Kiril Kasai, Dr Daniel dos Anjos sente muito por essa desgraça. Estávamos prontos para tentar o reimplante e infelizmente a policia juntamente com os bombeiros não conseguiram encontrar o braço no rio. O tempo de tentativa já se foi e nos restou somente a opção de limpar e suturar a ferida. O paciente esta estável e foi terminada a cirurgia.

Sou totalmente a favor da lei seca e de tolerância zero. Não há como ter brechas permitindo pessoas totalmente irresponsáveis dirigirem nestas condições. Tem que haver justiça neste pais.

Sinto muito, mas chegamos ao nosso limite. Sinto pela família e pelo paciente.

Espero que vcs divulguem e busquem mobilizar o governo para ter uma atitude incisiva na aplicação das leis e na punição dos responsáveis”

FONTE: Yahoo Notícias

Estudante que atropelou ciclista comprou 3 vodcas antes do acidente

O estudante universitário que atropelou e decepou o braço de um ciclista em São Paulo neste domingo (10), pagou três vodcas e um energético em um bar antes do acidente. Segundo a delegada Priscila de Oliveira Rodrigues, do 5º DP (Aclamação), Alex Siwek, 22, teria pago R$ 96 em um bar no Itaim Bibi (zona oeste de SP).

Em entrevista ao jornal Folha de São Paulo, a delegada informou que os policiais militares procurados pelo estudante após o crime relatam que ele estava transtornado e tinha sinais claros de embriaguez. Ele também se recusou a soprar o bafômetro ou colher amostras de sangue. Alex Siwek foi submetido a um exame clínico, cujo resultado deve sair nesta terça-feira (12).

A polícia ainda investiga se tudo o que foi pago pelo jovem na comanda foi consumido por ele ou se foi pago a alguém. Em sua defesa, contudo, ele confessa que ingeriu bebida alcóolica durante a noite, mas apenas "quatro ou cinco cervejas". Siwek foi transferido para o Centro de Detenção Provisória Belém 2, onde deve passar os próximos dias em uma cela isolada.

Alex atropelou o ciclista David Santos Souza por volta das 5h deste domingo na avenida Paulista. Com a força do impacto, o braço da vítima foi atirado para dentro do veículo do estudante, que, além de não prestar socorro, ainda jogou o membro decepado no rio que passa pela avenida Doutor Ricardo Jafet.

FONTE: RMS Notícias

Ciclista atropelado na Paulista deixa UTI e segue em quadro estável

O ciclista David Santos de Souza, de 21 anos, que teve o braço direito amputado após ter sido atropelado neste domingo (10) na Avenida Paulista havia sido transferido da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital das Clínicas para o quarto por volta das 16h desta segunda-feira (11). O paciente ainda apresentava quadro de saúde estável, segundo o hospital.

A vítima foi para a UTI depois de passar por uma cirurgia para suturar o local em que o braço foi amputado. De acordo com o hospital, o jovem estava consciente e respirava sem a ajuda de aparelhos. Ainda não há previsão de quando o ciclista receberá alta hospitalar.

O acidente ocorreu por volta das 5h30 deste domingo, quando o ciclista que trafegava no sentido Paraíso da Avenida Paulista foi atropelado próximo ao Metrô Brigadeiro. O motorista fugiu do local sem prestar socorro.

A empregada doméstica Antônia Ferreira dos Santos, de 51 anos, mãe do ciclista, disse que ouviu do filho a afirmação de que ele estava na ciclofaixa quando foi atingido pelo automóvel. No horário em que ocorreu o acidente, a ciclofaixa de lazer ainda estava desativada. A mãe contou que o rapaz, que trabalha como limpador de vidros, saiu de Diadema, na Grande São Paulo, e se dirigia ao trabalho, em um prédio próximo ao Hospital das Clínicas.

Na descrição da polícia, o motorista Alex Siwek, de 22 anos, estava dentro de um Honda Fit ao lado de um amigo quando o acidente ocorreu. O ciclista foi atropelado por trás e lançado sobre a frente do veículo. O braço direito do ciclista foi amputado por estilhaços de vidro do pára-brisa e permaneceu preso ao veículo.

O motorista fugiu do local, deixou o amigo em casa e depois foi à Avenida Ricardo Jafet, de onde lançou o braço amputado da vítima em um córrego, segundo a polícia. Depois, voltou à própria casa, guardou o carro na garagem e dirigiu-se a pé à unidade policial para se entregar.

Segundo o delegado, testemunhas disseram que o motorista dirigia em velocidade incompatível com o local, em zigue-zague, entrando e saindo da faixa reservada ao tráfego de bicicletas.

O motorista passou a noite na carceragem do 2º Distrito Policial de São Paulo, no Bom Retiro. Segundo o delegado Luiz Francisco Segantin Júnior, Siwek responderá por tentativa de homicídio doloso, fuga do local, embriaguez ao volante e por ter, segundo a polícia , "inovado no cenário ao tentar se desfazer do braço da vítima."

Defesa

O advogado do motorista, Pablo Naves Testoni, disse à noite que o rapaz é filho único, tem comportamento excelente e nunca teve nenhum problema criminal na vida. "O que me parece é que estamos diante de um acidente terrível", afirmou.

Questionado se o motorista teria mesmo ingerido bebida alcoólica e estaria embriagado, o advogado respondeu que os rapazes chegaram a uma balada no Brookin à 0h30. Segundo o advogado, Siwek contou que bebeu quatro cervejas.

"Jamais passou pela cabeça dele atropelar ou causar qualquer lesão a uma pessoa . Essas circunstâncias serão elucidadas pela justiça e ele se reservou o direito de só se manifestar no Judiciário", afirmou o advogado.

Outro advogado do motorista, Cássio Paoletti, disse que o cliente não prestou socorro à vítima porque temeu a reação de pessoas que estavam próximas ao local do acidente.

"Segundo ele, ele temia pela conduta dos que estavam ali presentes", disse o advogado, sobre o fato de o motorista não ter prestado socorro à vítima. Questionado sobre o motivo de o jovem ter se desfeito do braço da vítima, ele disse estar chocado e que não entende o motivo.

FONTE: G1.Globo.com

 

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