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Caso Eloá: testemunhas depõem em julgamento de Limdemberg Alves

A primeira foi Nayara Rodrigues, a amiga de Eloá Pimentel, que foi mantida refém duas vezes e acabou baleada pelo motoboy.

O destino de Lindemberg Alves será decidido por um júri composto por seis homens e uma mulher. A primeira testemunha ouvida no julgamento foi Nayara Rodrigues, a amiga de Eloá que foi mantida refém duas vezes e acabou baleada pelo motoboy.

 

 

 

Lindemberg Alves

Os portões do presídio de Tremembé, no interior de São Paulo se abriram de madrugada. Era Lindemberg Alves voltando, com escolta, para a cidade onde matou a ex-namorada. No caminho, trocou de carro. Uma hora e meia depois, ele chegava ao fórum, para ser julgado.
A pedido da defesa, a mãe de Eloá, Ana Pimentel, e o irmão mais novo da jovem, Douglas, foram incluídos como testemunhas. Às 10h, os jurados foram escolhidos: seis homens e apenas uma mulher.

nayara

A advogada de Lindemberg queria apresentar aos jurados, 16 horas de gravações de reportagens. Uma forma de tentar mostrar que o réu pode ter sido influenciado a cometer os crimes pela imprensa e pela polícia. Os vídeos foram apresentados durante duas horas e meia. Lindemberg não demonstrou reação.
No meio da tarde, ele foi retirado do plenário do júri, antes de começar o primeiro depoimento: o de Nayara. A amiga de Eloá contou o que ouviu de Lindemberg, no primeiro dia que ficou presa no apartamento: “Ele disse que chegou lá, ia matá-la e sair andando. Ela não ia sair viva de lá", lembra.

Ana Pimentel

Nayara disse ainda o que ouviu de Lindemberg falando para Eloá: "Não quero mais conversa, vou te matar".
Também falou como encontrou Eloá, quando foi feita refém pela segunda vez: "Ela estava bastante machucada, toda roxa nos braços. Disse que ele tinha batido nela a noite toda. Ela falava que ia morrer".

viatura com o réu Lindemberg Alves

Nayara também narrou o momento da invasão: “Assim que ele encostou a mesa na porta, estourou a bomba. Ouvi três disparos, que foram feitos depois que a polícia entrou”.
Em entrevista ao Jornal Nacional, Iago Vilera, amigo de Eloá, disse que fez questão de depor diante de Lindemberg. Ele deu detalhes das ameaças que receberam enquanto eram mantidos em cárcere: “Ele disse que era para nós ouvirmos as músicas que quiséssemos, porque seria a última vez na vida”, lembra.

Fonte: JN

 

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