Login



Detectamos o seu IP

Você está conectado(a) a este site de: 54.224.168.206

Dali Clock

Social Media Links

TwitterFacebook

Pessoas Online

Nós temos 222 visitantes e 9 membros online
  • redezrenn

Visitas

HOJE148
ONTEM274
NA SEMANA668
NO MÊS3240
TODAS309976
Powered by Kubik-Rubik.de

Siga-nos

Siga o Dica Quente no Twitter

Twitter

Doacoes


 
A TOMADA DA ROCINHA PDF Imprimir E-mail

TUDO PELA "BOA APARÊNCIA" DO ESTADO PARA OS JOGOS QUE SE APROXIMAM.

OCUPAÇÃO DA ROCINHA

 

 

 

Gente... é triste e dura a realidade brasileira (a carioca nem se fala). Após a tomada do Morro do Alemão em 2010. Com tantas "trapalhadas" e com tantos bandidos que literalmente "foram embora" do morro nas barbas das autoridades. Chegou a vez da "Rocinha", que, "previamente avisada", bem como após o "salafrário" do "Nem" ter sido (preso?, se entregado?, feito uma cena?, sei lá o quê) não se incomodou nem um pouco com tal "ocupação". Nossa... perceberam que diferença enorme? Não acham que os moradores da Rocinha encararam isso com muita indiferença? Sabemos que morro tem uma população de moradores estimada em 70 mil pessoas. Podemos também imaginar que dentre elas (segundo estatísticas IBGE/2004 - 4,7% da população acima dos 15 anos de idade usa drogas ilícitas) sendo "bonzinho" e "imaginando" que o percentual continue nessa faixa 3290 pessoas está envolvida com drogas. E, é nesso ponto que eu quero chegar: Não basta apenas retirar (ou fazer de conta que retirou) os traficantes do local e impedir (será?) esse tipo de comércio. Senão aconteceria uma verdadeira "catástrofe", pois os usuários compulsivos começariam a fazer "horrores" para conseguirem os seus "remedinhos" e isso certamente desencadearia uma nova problemática no local.

CONHEÇA A ROCINHA

Ora, meus caros, estamos no Brasil. Me digam: quando que um traficante poderoso como o "Nem da Rocinha" iria se entregar assim tão fácil? Sem guerras? Um traficante desse nível movimenta muitos milhões de reais e com sua "dinheirama" pode comprar o que quiser (tudo mesmo, inclusive sua liberdade - principalmente numa cidade tão desacreditada judicialmente como é o Rio de Janeiro, onde barbaridades acontecem seguidamente justamente por falta de força policial e legislações específicas).

A LUXUOSA CASA DE "NEM"

E tem mais: Num morro muitos (se não a maioria) dos moradores são "eternamente" agradecidos aos senhores traficantes (seus benfeitores). Pois, são eles que (independente de como) levam melhorias estruturais na vida dessa população esquecida pelas autoridades governamentais. Claro que com suas próprias leis (matam, aleijam, fazem sumir, etc...) Em contrapartida oferecem emprego, estatus, comodidade, orgulho (tudo arriscado e ilegal como sabemos, mas fezem). Também exigem uma coisa que é muito difícil de se conseguir "Respeito", "Lealdade"... e isso tem que ser mútuo. Existem "conselhos internos" que julgam os que "pisam na bola", chegam a "excluir" da comunidade, por exemplo, um marido que não seja bom para sua esposa e para seus filhos; exigem que donos de vira-latas (cães de rua) cuidem bem de seus animais ("se não vai cuidar pegou pra quê? vai cuidar do bichinho sim! precisa do quê? de ração? toma aqui a grana e vai lá comprar").

E quanto à diversidade? Apesar de algumas notícias sobre homofobia em alguns morros cariocas, a verdade é que drogas, crimes e sexo estão intimamente relacionados. Haja vista a "alta rotatividade" que os homossexuais proporcionam à região.

Creio que os problemas criminais mais frequentes estão relacionados psicologicamente ao "poder". Infelizmente faz parte da cultura brasileira a "ganância" e sempre vai haver alguém querendo estar no lugar do traficante e não como "pau mandado" dele, mesmo porque essa proximidade permite que seus "funcionários" tenham um certo controle sobre suas finanças (além do que é visível, lógico).

Não sei não... Está tudo muito "certinho" e passivo. Não coloquei fé nisso, me desculpem. Vamos esperar por novos episódios.

Vídeos por: Globo Vídeos

 

Comentar

Por favor, use de polidez em seu comentário. Não utilize palavras ofensivas ou palavrões e seja bem vindo(a).


Código de segurança
Atualizar