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11 DE SETEMBRO, UM BRASILEIRO NA CENA PDF Imprimir E-mail

Brasileiro que estava na cena declara:

"Ver a morte assim de perto muda a maneira de encarar a vida", disse Júnior à BBC Brasil.

"Eu mudei minha filosofia de vida, mudei minhas atitudes. Passei a ser uma pessoa completamente tranquila e consciente das minhas responsabilidades. A cada dia procuro ser uma pessoa menos egoísta."

11 de setembro"Se eu tivesse que trabalhar lá de novo, na mesma torre, eu trabalharia sem problema nenhum."

Aos 53 anos, Larry Pinto de Faria Júnior trocou Nova York por Miami, mas ainda trabalha na mesma empresa do mercado financeiro, a Icap – na época chamada Garban Intercapital, que funcionava no 25º andar da Torre Norte, a primeira a ser atingida nos atentados que mataram quase 3 mil pessoas.

Apesar de estar adaptado e feliz na Flórida, ele diz que, se fosse necessário, voltaria para Nova York.

Após deixar o prédio, tentou alcançar as barcas para atravessar o rio Hudson e chegar ao outro lado, onde morava, em Jersey City. Foi impedido por uma policial, já que o serviço estava suspenso. Foi então que a Torre Sul ruiu.

"Foi só neste momento que senti medo", diz. "Caiu do meu lado. Aí começou aquela poeira, todo mundo começou a correr. Eu bati o recorde dos cem metros, corri como um louco."

Júnior conta que comprou todos os livros publicados sobre o 11 de Setembro e buscou estudar a fundo as razões que levaram ao atentado. Mas hoje, dez anos depois, diz não ter ficado traumatizado com o episódio.

"Acho que não me deprimi tanto porque não vi ninguém morrer. Ao contrário de alguns colegas, que viram pessoas caindo do prédio ao lado deles, pessoas queimadas, gente soterrada, eu não vi nada disso", diz.

Ele afirma, porém, que o 11 de Setembro selou um processo de mudanças em sua vida iniciado ainda antes de chegar aos Estados Unidos.

Fonte: BBC

 

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