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PARADA GAY JÁ TEM 6 HORAS DE FESTIVIDADES PDF Imprimir E-mail

ATÉ AS 15 HORAS APENAS 4 OCORRÊNCIAS POLICIAS HAVIAM SIDO REGISTRADAS

Por volta das 15 horas deste domingo (26), somente quatro ocorrências policias foram registradas na 15ª Parada Gay de São Paulo, que neste momento alcança metade da sua duração. Segundo o major da PM, Wagner Rodrigues, foram registradas três ocorrências de tráfico de entorpecentes e uma de roubo/furto.

Leandro Marcos, ajudante de cozinha, teve seu óculos, que custa aproximadamente R$ 1.500, furtado por um menor de 17 anos que, segundo a polícia, participava de arrastões em grupo. O menor chegou a ser agredido por pelos menos 3 pessoas e só depois a polícia foi acionada. O grupo foi levado à 5º DP.

A Polícia Militar não fará contabilização do público na parada. A reportagem não conseguiu localizar a organização para ter uma estimativa parcial.

Ao que tudo indica, por conta da chuva e do frio, o número de participantes  deve ser menor que no ano passado, quando mais três milhões foram na Parada.

Antes do início da Parada, a expectativa da organização era que pelo menos 3 milhões de participantes desfilassem pela avenida Paulista e rua da Consolação, entre as 12h e 19h, quando a manifestação termina na praça Roosevelt, no centro de São Paulo.

A Parada do orgulho LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transsexuais e Transgêneros) de São Paulo, popular “Parada Gay”, completa 15 anos neste domingo (26) diante de um cenário político e social para causa homossexual bem diferente do observado em 1997, quando a parada estreou na capital paulista.

"AMAI-VOS UNS AOS OUTROS. BASTA DE HOMOFOBIA"

Esse é considerado o tema mais provocante de todos nesses 15 anos de Festa. A chuva fina que caiu sobre a região não espantou os participantes. Para as drag queens fantasiadas, que fazem a alegria dos fotógrafos, a água causou sérios transtornos em suas plumas, paetês e maquiagem. Já os vendedores de capa (a R$ 5) fizeram a festa.  Os vendedores de guarda-chuva, que invariavelmente surgem nestes momentos, aproveitaram o domingo para descansar.

Desde as 11h, o público se via obrigado a correr do asfalto em direção aos poucos abrigos e marquises junto à calçada sempre que o tempo fechava. No alto dos trios elétricos, go-go boys apenas de bota e sunga branca sofriam com o vento.

Um pequeno grupo distribuía panfletos da Igreja Evangélica Cristã para Todos, cuja sede fica no centro de São Paulo. O seu lema é “Para Deus somos todos iguais”.

Um dos integrantes da igreja, identificado como Jony, repetia as palavras do panfleto ao público, mas não sabia explicar como é a reação de outros grupos evangélicos à ação que eles fazem junto aos gays. “Quem sabe dizer isso melhor é a fundadora, mas ela não veio”, explicou.

Uma outra imagem religiosa decorava um dos carros alegóricos da Parada, bem como vários postes ao longo da avenida Paulista. “Nem santo te protege. Use camisinha”. Um dos trios tocou os primeiros acordes da “Marcha Nupcial”, numa alusão ao casamento gay.

Entre os participantes, gente fantasiada de Batman, Robin, Super-Homem, Zorro, anjinhos, diabos, reis, rainhas, trapezistas, integrantes do grupo Men At Work, mas nenhum padre ou freira, apesar das provocações de cunho religioso da parada.

Diferentemente do que ocorreu na última Virada Cultural, que proibiu a venda de bebidas alcoólicas por ambulantes, o comércio correu solto durante a Parada Gay. Vinho em garrafa de plástico (a R$ 5), cerveja, uísque, conhaque, licor e cachaça eram vendidos livremente na Paulista.

BANDEIRA DE CUZCO IGUAL A DA LUTA LGBT?

Perdida em meio à multidão enlouquecida da Parada Gay, a artesã Imperatriz Favola, 21 anos, mostrou incomodo pelo fato da bandeira multicolorida do movimento LGBT ser semelhante a da sua cidade natal, a tradicional Cuzco, antiga capital do império Inca, no Peru. “Em Cuzco a bandeira é igualzinha. Isso não é bom” afirmou a tímida artesã que vive há dois anos em São Paulo.

Católica, Imperatriz estava tentando encontrar a igreja onde seria realizada uma missa para a população peruana no Brasil. A cerimônia estava marcada para acontecer na igreja da Consolação às 15h, mas foi transferida para uma outra igreja por conta da Parada Gay.

Questionada pela reportagem, ela falou que o que mais a incomoda na parada é o fato de pessoas do mesmo sexo se beijarem. “Não combina”, disse a artesã.

Imperatriz afirmou também que em seu país de origem não há Parada Gay, nem é comum a relação de pessoas do mesmo sexo.

 

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