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MORRE PAULO RENATO, MINISTRO DA EDUCAÇÃO PDF Imprimir E-mail

paulo renato

O corpo do ex-ministro da Educação Paulo Renato Souza, morto na noite do sábado (25) aos 65 anos, é velado na Assembleia Legislativa de São Paulo desde o início da tarde deste domingo. Paulo Renato sofreu um infarto fulminante no hotel onde estava hospedado em São Roque, no interior de São Paulo.

Líderes políticos de vários partidos, como o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o prefeito da capital paulista, Gilberto Kassab, estão presentes no velório.

Paulo Renato foi secretário de Educação durante o governo de Fernando Henrique Cardoso, entre janeiro de 1995 e dezembro de 2002.

Entre suas principais realizações está a criação do Enem (Exame Nacional de Ensino Médio) e do Fundef (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério), um novo sistema de redistribuição dos recursos destinados ao Ensino Fundamental, hoje chamado de Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica).

Natural de Porto Alegre, o ex-ministro já apresentava um histórico de problemas cardíacos. Ontem, ele chegou a ser socorrido, mas não resistiu. Segundo informou o secretário da Cultura de São Paulo, Andrea Matarazzo, a morte aconteceu às 23h20 do sábado.

 

 

 

REPERCUSSÃO

A morte repentina de Paulo Renato vem sendo repercutida desde a madrugada de domingo. Um dos primeiros a se manifestar foi o ex-governador José Serra, amigo pessoal do ex-ministro.

Serra postou em seu endereço no Twitter a seguinte mensagem em homenagem ao colega: "Foi-se Paulo Renato, meu querido amigo, um dos maiores homens públicos do Brasil. Foi um grande secretário e um grande ministro da Educação".

O também ex-ministro da Educação e agora senador Cristovam Buarque (PDT-DF) se pronunciou sobre a morte de Paulo Renato na rede social por volta das 9h. "Com a morte do Paulo Renato perco um bom amigo e o Brasil perde um competente e dedicado homem público", escreveu Buarque.

O senador defendeu o colega de um internauta que criticou a gestão do tucano à frente do Ministério da Educação. "Não fez a revolução, mas fez o Fundef - Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério, levou Bolsa Escola para o Brasil e deu salto no número de alunos nas Universidades", afirmou ele.

Em nota, a presidente Dilma Rousseff destacou os "relevantes serviços" do tucano ao país.

TRAJETÓRIA

Um dos principais líderes do PSDB, Paulo Renato foi também um dos fundadores do partido. Seu último cargo público foi como Secretário da Educação do Estado de São Paulo, que exerceu até dezembro de 2010.

Formado em Economia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, foi também reitor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) nos anos 80.

Entre outras funções, integrou o quadro da ONU (Organização das Nações Unidas) em temas ligados a empregos e salários, foi gerente de operações do Banco Interamericano de Desenvolvimento, em Washington e o presidente da Abmes (Associação Brasileira das Mantenedoras do Ensino Superior).

Fonte: Folha.com

 

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