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TRABALHO TEMPORÁRIO - ESTATÍSTICAS PDF Imprimir E-mail
Escrito por Franco   
Dom, 15 de Maio de 2011 21:57

Brasil é o quinto maior mercado para trabalho temporário do mundo

RIO - O Brasil ocupa o quinto lugar no ranking mundial dos países que mais empregam trabalhadores temporários, com 902 mil contratos fechados em 2010. O número engloba todo tipo de demanda, tanto do comércio nas datas festivas que representam maior volume de vendas (Páscoa, Dia das Mães, dos Namorados, dos Pais e Natal, por exemplo), como dos demais setores da economia que sejam obrigados a contratar trabalhadores extras para suprir a saída de algum funcionário, seja por motivo de doença ou férias. As três primeiras posições pertencem aos Estados Unidos (2 milhões), Japão (1,1 milhão) e Reino Unido (1,07 milhão), segundo dados da pesquisa "The agency work industry around the world", da Confederação Internacional das Empresas de Trabalho Temporário (CIETT).

A África do Sul, por sua vez, está na quarta posição da lista composta por 36 países, lugar antes ocupado pelo Brasil.

- A realização da Copa do Mundo na África do Sul certamente foi responsável por sua ascensão no ranking. A realização de eventos como este impulsiona o setor e abre inúmeras oportunidades de negócios. Essa é a nossa expectativa para o Brasil - explica Vander Morales, presidente do Sindicato das Empresas de Prestação de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário do Estado de São Paulo (Sindeprestem), filiado a CIETT.

O trabalho temporário permite que as empresas ajustem seus quadros de funcionários de acordo com demandas extraordinárias ou sazonais. Segundo Morales, a atividade é regida pela lei 6.019/74, que garante aos profissionais os mesmos direitos de um funcionário efetivo. Os contratos têm duração de até três meses e podem ser prorrogados por igual período.

 

 

 

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O estudo da CIETT mostra ainda que, após uma experiência como temporário, a chance do trabalhador permanecer desempregado é reduzida para menos da metade, de 37% para 15%. No Brasil, segundo a entidade, o percentual de desemprego diminuiu de 19% para 15% após um contrato temporário.

O presidente do Sindeprestem reafirma a importância desse tipo de trabalho para a empregabilidade, já que se trata de uma modalidade de contratação eficiente não só para as empresas, mas também para os contratados.

- O trabalho temporário funciona como uma mola propulsora profissional, primeiro do desemprego para o emprego e depois, de um contrato temporário para a efetivação - afirma Morales.

A média de efetivação após uma experiência como temporário no Brasil é de 37,3%, de acordo com a 4ª edição da Pesquisa Setorial Sindeprestem / Asserttem (2009/2010). Os setores que mais efetivam este tipo de mão de obra são a indústria (49,5%); as telecomunicações (48,5%) e o comércio/varejo (46%).

Fonte

 

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