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EU FALO E MOSTRO... COMIGO É ASSIM

Assustada de São Vicente.

Olá Dica Quente. Quero aparecer na capa (rs...)

Parabéns pelo portal. É sensacional. A Carla me falou dele no ano passado, mas eu ainda não tinha o notebook. Agora tô “chic”, viu só?

1º - UM MAL EXEMPLO DA POLÍCIA (UM DOS MUITOS)

Bom, mas o motivo desta é comentar sobre o fato mais horrível que tem sido noticiado por todas as rádios, TVs e jornais... Aquela “loucura”, aquele ato “covarde”, aquela “pré-historicidade” cometida pelos policiais de Manaus contra o garoto de 14 anos.

Sei que o fato ocorreu no ano passado, mas como só veio ao nosso conhecimento agora a minha revolta é recente, atual e baseada no presente.

Mesmo porque não há lei, jurisprudência, justificativa ou qualquer “evasiva” maluca que possa explicar isso. O nome mais correto para o ocorrido é CRIME mesmo.

Quando eu li nas notícias que os policias tem antecedentes eu me revoltei. Muito... Onde já se viu uma coisa dessas? Eu sei que existem várias campanhas para inserir ex-criminosos no mercado de trabalho, mas daí a emprega-los na polícia militar (provavelmente a partir de um concurso público.... hum... tem coelho nesse mato...)

Pessoas com antecedentes criminais, respondendo a processos, com nome no SPC e SERASA, etc. não podem ser admitidos para cargos públicos mesmo que sejam aprovados em concursos.

 

Se eles possuem antecedentes criminais (o mesmo que continuar sendo criminoso, porém com a vantagem de ter pago por tais crimes e estarem “quites” com a justiça e a sociedade) foi justamente isso o que se viu naquele vídeo macabro. Ex- criminosos relembrando dos velhos tempos de “eu mato mesmo”.

Esses “imbecis fardados” não só estão se denegrindo como também expondo e colocando em risco a vida de outros colegas de farda haja vista que existe um percentual médio de aproximadamente 80%  de rejeição da PM no Brasil (com relação à prestação do seu serviço, alterações de conduta, corrupção e outros casos) e tenho orgulho de dizer que sou filha de um ex-policial militar que nunca foi um “traste” desses. É claro ainda, que tal número deve ter aumentado em uns 8 pontos após a divulgação desse vídeo maldito. Sendo assim os bons irão pagar pelos “trastes”. Isso é certo. Não vou estranhar quando ouvir no noticiário que policiais estão sendo executados, principalmente se tais notícias vierem do Amazonas.

A quem vamos recorrer? Do jeito que a coisa anda teremos que ressuscitar os, antigamente conhecidos “pés de pato” ou “justiceiros” para fazerem uma limpeza nesse País? Para reestabelecerem a ordem?

Meu Deus... ando muito assustada... Que polícia é essa que temos? Que polícia é essa que trabalha eliminando pessoas sem ao menos levantar suas fichas... e mesmo assim... mesmo que a pessoa (principalmente uma criança, um adolescente) tenha qualquer problema em sua “ficha” deve ser encaminhada para autoridades competentes (policiais não são competentes para isso) e tem mais; executar, tentar matar pessoa que não demonstrou reação e estava desarmada.... Não dá né? Isso é coisa de gente “louca”, “despreparada”, “insensata”, “com tendências homicidas”... Definitivamente isso não é atitude para um policial.

Quero mandar meus parabéns pelas informações sobre esse caso que vocês tem publicado com frequência e dizer que, só assim, com a divulgação em massa e com a repercussão mundial dessa barbaridade é que (lá no fundinho de nossos corações) poderemos ter uma chance de ver esse País mudado, mais consciente, mais culto e, certamente, teremos menos medo de andar pelas ruas ou permitir que nossos filhos o façam e retornem para nós com vida.

2º - UM EXCELENTE EXEMPLO DA POLÍCIA (UM DOS POUCOS)

*(se conhecer outros envie para o portal Dica Quente)

Beto Chaves é policial civil no RJ especializado em Cidadania e Direitos Humanos. Ele também participou da invasão ao Complexo do Alemão em Nov/2010 e recentemente foi aprovado no exame (difícil) da ONU para as Missões de Paz no Exterior e foi entrevistado por Jô Soares. Sabem quando ele vai aparecer em noticiários por ter atirado barbaramente em alguém? Alguém pode me responder?

beto chaves

De 2003 até hoje, o policial civil Beto Chaves, 34 anos, entrou no Complexo do Alemão, no Rio, fardado - e armado - inúmeras vezes. Ele, inclusive, participou de todas as ações que culminaram na ocupação pelas forças de segurança pública de todo o complexo, no fim do ano passado. Nessas ocasiões, Beto lembra do temor que notava no rosto dos moradores da comunidade. Eles sequer tinham coragem de olhar nos seus olhos. "Eles tinham medo de se envolver", conta o policial.

No dia 13 de dezembro do ano passado, uma segunda-feira, a farda foi trocada por camiseta, bermuda e chinelo. Com o cabelo longo, na altura dos ombros, solto, e a barba comprida, Beto voltou ao Alemão. Dessa vez, trocou as armas pela câmera de TV. Ali, ele não seria o policial Chaves. Seria apenas "Beto", como era conhecido quando cresceu naquela mesma região. Foram sete dias vivendo lá, conversando com as pessoas e gravando o cotidiano dos moradores. As 18 horas de imagens gravadas se tornaram sete episódios de 15 minutos de duração cada, do programa "Papo de Polícia", que estreia hoje no canal de TV por assinatura Multishow, sempre às 21h15, todos os dias.

A ideia do programa surgiu numa conversa entre o diretor, Rafael Dragaud e José Junior, coordenador executivo do Grupo Cultural Afro Reggae. Juntos, eles atuam no programa "Conexões Urbanas", também do Multishow - Dragaud é o diretor e Junior, o apresentador. Tudo surgiu de um fato assustador. Durante a invasão das forças policiais ao Alemão, Dragaud conta que o AfroReggae recebeu e-mails nos quais as pessoas diziam que a polícia deveria matar todos os moradores. "Era uma visão retrógrada, imediatista, absurda, violenta. Ficamos todos chocados", diz o diretor. E qual o motivo para a escolha de um policial civil? "Se partimos da ideia de que nem todo morador de comunidade é ladrão, precisamos mostrar que nem todo policial é bandido". A escolha por Beto Chaves foi quase natural. "Ele faz parte do Afro Reggae", conta Dragaud.beto chaves

O momento que mais chamou a atenção para o reality show, mesmo nas chamadas dos intervalos comerciais do canal, é aquele em que Beto revela aos entrevistados que é policial. Apesar de estar no roteiro que essa situação deveria acontecer, até ele ficou sem ação em alguns momentos. Uma delas foi quando conheceu dona Ediléia, a mãe de um traficante que foi morto pela polícia durante a invasão do dia 28 de dezembro. "Estava diante de uma mãe que chorava a morte do filho. Ela tinha seis filhos, separada, casada com outro homem. Foi uma das conversas mais dolorosas", conta Beto. Tanto que o policial não revelou sua identidade. "Apenas dei meu abraço sincero". Para Dragaud, esse tipo de situação tem força para derrubar qualquer roteiro.

Em outras situações, o diálogo com os moradores foi tão tranquilo que, no momento da revelação da identidade como policial civil, a surpresa foi de Beto. "Essas pessoas passavam por mim e me chamavam. No domingo, um dia antes de ir embora do Complexo do Alemão, todos foram num churrasco que organizei", conta o policial. Apesar de o policial negar o conceito de reality show no qual foi inserido o "Papo de Polícia", a realidade dessas pessoas que tentam uma nova vida está exposta na tela. Assim como a imersão feita no Alemão pelo policial. Ou melhor: por Beto. As informações são do Jornal da Tarde.

Marlene - sou a mãe do Renan (jornalista). Beijos pra todos do DQ.

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Publicamos à tarde, aconteceu à noite em São Vicente.

Publicamos à tarde, aconteceu à noite no Rio de Janeiro.

Nesse caso polícia mata polícia.

 

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