FROID Y ISPRIKA

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MEUS VIZINHOS SÃO UNS TRASTES PDF Imprimir E-mail
Escrito por Teresa C.P. Calixto   
Seg, 15 de Novembro de 2010 00:00

 

Desde que os conheci, já que vieram puxar amizade comigo, eu não gostei de nenhum dos dois. O marido parece um drogado e a mulher fala gíria como as presidiárias. Outro detalhe que percebi é que gostam de viver de aparências, sem ter qualquer condição social ou cultural para “demonstrar” essa aparência. Apesar de eu não ser Deus para fazer esse julgamento, isso é perceptível a qualquer pessoa..

Outros vizinhos (com os quais tenho amizade) também comentam o mesmo. Acham que eles são pessoas invejosas. Há poucos dias descobri que a casa em que moram é alugada, pois, o carteiro colocou um aviso de cobrança da imobiliária na minha caixa de correio com essas palavras do lado de fora do envelope: “Sr. Inquilino, favor contatar-nos sobre prestação de aluguel em atraso por mais de 60 dias”.

Eu entreguei a carta para eles e começou uma grande briga por lá.

Mas, o pior é que eu escutei a mulher falando: (...) E além de tudo, esse FDP desse carteiro tinha que entregar a cobrança na casa dessa preta do CARAL.. ? (...) Eu não vou trabalhar em casa de família (...) Você que se vire “fulano” porque o meu irmão já dá 300 reais pra gente pagar o aluguel e nem sei como que ele consegue esse dinheiro lá na cadeia (...) Eu não vou me rebaixar pra essa gente daqui (...) Todo mundo tem uma casa bonita, uma vida boa e até carro bom (...) Se o seu salário de cozinheiro não ta dando pra manter a gente você que vire traficante, ladrão, o que você quiser meu filho (...) Eu não saio daqui (...) Nunca mais eu moro em favela, entendeu? (...)

Bom, por esse pequeno trecho, imagino que deu pra perceber o tipo de pessoa que eles são. Penso ainda que a mulher seja pior que o marido (que ao menos trabalha).

De uns tempos para cá tem aparecido muita gente batendo nas portas para pedir ajuda (em alimento ou dinheiro). Eu nunca dou nada, mas tem vizinhos que dão. Sempre sou agredida verbalmente porque digo não a quem bate aqui em casa.

Dia desses meu carro quebrou quando eu estava indo pra escola e o seguro me enviou guincho e um carro reserva. Esse carro era de cor e modelo iguais ao do meu namorado que trabalha em Brasília e só vem aqui em casa a cada 3 meses. Quando estava a caminho de casa vi uns 2 desses pedintes usando “crack” na rua. Entrei em casa e percebi que havia um grande silêncio na casa ao lado (geralmente barulhenta).

Depois de algum tempo ouvi que alguém batia palmas lá. Imaginei que fosse algum cobrador (coisa comum por lá) e já me preparei para poluir os ouvidos com outra briga do casal.

Mas, ao contrário disso, ouvi alguns assovios e olhei pela janela. Vi uma coisa terrível: Os usuários de crack vieram em direção à casa, se juntaram a quem estava batendo palmas e foram atendidos pela mulher. Fiquei com medo, peguei o celular e preparei a ligação para o 190. Pensei que meus vizinhos estavam sendo assaltados. Mas, ouvi um deles perguntar se a “vizinha” (eu) tinha trocado de carro. Imediatamente a mulher foi ao meu portão olhou pela garagem e foi logo dizendo para essas pessoas: “Que nada esse aí é o carro do macho dessa vaca” (...) e continuou falando (...) e aí quanto que a gente conseguiu arrecadar dos trouxas hoje? (...) Essa gente tem dinheiro, mas não ajuda ninguém. Acho que a gente vai ter que começar a assaltar na cara dura (...)

E a isso se seguiram outros comentários bárbaros e eu pude perceber que os pedintes e usuários de crack eram amigos da minha vizinha e que eles formam uma gangue que engana a vizinhança. Estou tão chocada com isso que estou pesando em denunciá-los na polícia. Mas e o medo? Por favor, me ajudem a resolver isso. Parece que a minha vizinha não quer morar na favela, mas está trazendo a favela para morar aqui no bairro. Obrigada.

Teresa Cristina P. Calixto.

Resposta: Direto ao assunto.

froidDona Teresa, a Sra. tem alguma coisa contra favelas (hoje conhecidas como comunidades?). A menos que tenha se equivocado ao se expressar o que entendemos foi isso. Uma coisa é a senhora ter esse problemão com os "trastes", outra coisa é colocar-se no mesmo nível.

isprikaEu já acho que Dna. Teresa é uma lutadora, uma profissional bem sucedida e não merece passar por essa situação. Porque tá na cara que esses vizinhos não são pessoas de bem. Pobreza e dificuldades na vida não são desculpa para ludibriar as pessoas.

froidÉ, Isprika, mas as pessoas não são iguais. Seja em cultura, dinheiro ou atitudes e ninguém escolhe o que a vida reserva.

isprikaFroid, concordo. Mas, acho que a Dna. Teresa deve dar devida importância ao perigo do problema.

froidPerigo? Isso é uma situação insustentável. É uma invasão forçada. Tá na cara que ela e toda a vizinhança está sendo vítima de uma quadrilha.

Mediando: Parabéns rapazes! É a primeira vez que vejo vocês falando sério. Mas, a situação apresentada por Dna. Teresa é muito mais complexa. Se pensarmos econômica e culturalmente iremos perceber que não só ela, como também os outros moradores do bairro merecem desfrutar do que adquiriram com o próprio suor de seus esforços (se isso se aplicar a todos), porém há que se levar em questão o outro lado: o lado de quem quer sair de uma situação "marginal" e tentar algo melhor. Já temos visto muitos exemplos de pessoas que nem moradoras de favelas eram (muitas eram moradoras de rua, ou viviam em situação de miséria total) e nem por isso se lançaram ao crime, às drogas ou se prestaram a um papel tão baixo como o que a Dna. Teresa nos contou.
Por isso quero aqui fazer um alerta: Dna. Teresa, a senhora não precisa se preocupar, pois muito em breve não só a senhora, mas o bairro todo estará livre dessas pessoas. O caminho "errado" escolhido por elas é algo totalmente sem "certezas". Isso é provado pela maneira como vivem. Essas pessoas desconhecem a palavra oportunidade, mas são bem íntimas da palavra oportunismo. Porém a 1ª pode acompanhar passado, presente e futuro das pessoas, enquanto que a 2ª se fixa apenas no presente.
A falta de olhos para o futuro produz indivíduos assim. E, como pode ser observado no relato de Dna. Teresa, a mulher já tem um parente que está preso e, que mesmo assim "consegue" dinheiro para ajudar no valor do aluguel. Mesmo com essa ajuda (certamente possibilitada por atos criminosos) seus vizinhos não conseguem "criar" o ilusório padrão de vida que querem "fazer brotar" para si próprios.
Esse é um caminho muito conhecido dos brasileiros e qualquer um de nós sabemos que não irá dar em algo positivo. E sabe por quê? Porque não há nada de positivo nas atitudes, nas ações em prol desses objetivos de vida. Crimes, drogas, golpes... O que isso tem a ver com a vida das pessoas de sucesso?
ABSOLUTAMENTE NADA!
Para uma situação assim o tempo é o melhor dos companheiros. Claro que, se a Sra. ver-se em situação de perigo extremo deve acionar as autoridades competentes. Deve também deixar pessoas de confiança em alerta sobre a situação. Mas se eles já estão devendo o aluguel, já estão se aglomerando com pedintes e usuários de drogas na própria casa e expressam indiscriminadamente sua inveja e vontade de "ter" e "ser" (com poucas condições) o que os outros moradores são, não esquecendo do palavreado utilizado e nem da tendência racista da mulher , certamente essa estada no bairro será bem curta. Pessoas assim não chegam em lugar algum.
Um grande abraço e conte conosco sempre.

 

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