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EMPRESAS CONTRATAM EM FAVELAS PACIFICADAS PDF Imprimir E-mail
Escrito por Barthô   
Dom, 27 de Novembro de 2011 18:21

Empresas contratam em favela pacificada

Em parceria com o Instituto Municipal de Urbanismo Pereira Passos, o Sindicato de Hotéis, Bares e Restaurantes do Rio (SindRio) já recebeu cerca de 600 currículos em balcões instalados em oito comunidades pacificadas, desde junho do ano passado. Desse total, 400 moradores foram encaminhados para entrevistas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Quando deixou a Cidade de Deus, na zona oeste do Rio, por causa de uma enchente, Maria José Correa, 41, não imaginava que voltaria à favela 17 anos depois por causa de uma oportunidade de trabalho. Diferentemente do tempo em que uma das raras saídas para se manter era entrar para o tráfico, como conta, hoje a pacificação da comunidade está abrindo novas perspectivas. Com receio de que a falta de emprego nas favelas cariocas pacificadas ponha em risco os resultados obtidos pelas ações das forças de segurança do Rio, o governo do Estado está firmando parcerias com empresas dispostas a subir o morro, treinar a população e contratar.

Esse tipo de iniciativa é vista como uma forma de inserir no mercado de trabalho pessoas pouco capacitadas, que dificilmente conseguiriam um emprego por conta própria.

"A preocupação do governo é com aquele grupo que ficou desempregado. Se não dermos oportunidades, isso pode atrapalhar o processo de pacificação", diz a presidente da Companhia de Desenvolvimento Industrial do Rio (Codin), Conceição Ribeiro, que está em busca de empresas interessadas em recrutar nas comunidades que receberam Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs).

A primeira parceria foi fechada com a Nestlé, que levou uma equipe à Cidade de Deus para ensinar técnicas de vendas. No fim da capacitação, na semana passada, a empresa abriu inscrições para os interessados em vender sorvetes e outros produtos na comunidade. Maria José, uma das cerca de 70 pessoas que fizeram o curso, estava lá para se cadastrar.

Para driblar a falta de qualificação, porém, é necessário investir em treinamento. Em parceria com o Instituto Municipal de Urbanismo Pereira Passos, o Sindicato de Hotéis, Bares e Restaurantes do Rio (SindRio) já recebeu cerca de 600 currículos em balcões instalados em oito comunidades pacificadas, desde junho do ano passado. Desse total, 400 moradores foram encaminhados para entrevistas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Agência Estado

 

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