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DE ONDE SAIU ESSA IDIOTICE? HÁ SE "NÓS PEGA"... PDF Imprimir E-mail

COM LARS VON TRIER FOI ASSIM:

CANNES, França - Lars Von Trier foi expulso do Festival de Cannes depois de comentários, aparentemente de brincadeira, em que declarava ser um nazista e um simpatizante de Hitler.

"O conselho dirigente do festival... lamenta profundamente que o evento tenha sido usado por Lars Von Trier para expressar comentários que são inaceitáveis, intoleráveis, e contrários aos ideais de humanidade e generosidade que presidem sobre a existência do festival", disse o festival em comunicado.

"O conselho dirigente condena esses comentários e declara Lars Von Trier como uma pessoa não bem-vinda no Festival de Cannes, com efeito imediato."

JÁ COM HELOÍSA RAMOS É ASSIM:

MEC defendeu o sudo do livro e afirmou que o papel da escola não é só o de ensinar a forma culta da língua, mas também o de combater o preconceito contra os alunos que falam linguagem popular.

NOTA: Então o MEC deveria ter ao menos lido o livro antes de distribuí-lo porque a emenda está ficando pior do que o soneto. Ou melhor: é o "catarrento' falando do "ramelado".

VEJAM UM TRECHO DO LIVRO QUE, APARENTEMENTE NÃO É BRINCADEIRA.

trecho do livro

"Não somos irresponsáveis", diz autora de livro com "nós pega"

Educadora afirma que intenção da obra é deixar o aluno acostumado com linguagem popular à vontade e não "ensinar errado"

De acordo com a professora, o livro didático adotado pelo MEC para turmas do Ensino de Jovens e Adultos (EJA) foi elaborado por ela e por outros especialistas em língua portuguesa com base nas experiências que tiveram em sala de aula após décadas de ensino. “Nossa coleção é seria, temos formação sólida e não estamos brincando. Não há irresponsabilidade da nossa parte”, afirma.

Ela acredita que, ao deixar claro que é tolerado todo tipo de linguagem, a escola contribui para a socialização e melhor aprendizado do estudante. “Quem está fora da escola há muito tempo é quieto, calado e tem medo de falar errado. Então colocamos essa passagem para que ele possa sair da escola com competência ampliada”, diz.

A linguista Juliana Dias acredita que a escola deva ensinar exclusivamente a norma culta e usar a linguagem popular apenas como exemplo durante as explicações. “O popular não cabe para o ensino. Cabe somente para reflexão, discussão, e até para o combate ao preconceito com as formas mais simples de se falar”.

Segundo Heloisa, que é professora aposentada da rede pública de São Paulo e dá cursos de formação para professores, a proposta da obra é que se aceite dentro da sala de aula todo tipo de linguagem, ao invés de reprimir aqueles que usam a linguagem popular.

“Não queremos ensinar errado, mas deixar claro que cada linguagem é adequada para uma situação. Por exemplo, na hora de estar com os colegas, o estudante fala como prefere, mas quando vai fazer uma apresentação, ele precisa falar com mais formalidade. Só que esse domínio não se dá do dia para a noite, então a escola tem que ter currículo que ensine de forma gradual”, diz.

OBSERVAÇÃO: Este livro foi distribuído pelo MEC (e provavelmente pago pelo Governo Federal), através do Programa Nacional do Livro Didático para a Educação de Jovens e Adultos, a 484.195 alunos de 4.236 escolas. Mas, não desanimem, há quem concorde com ele. Mas, se você quiser ler uma opinião inteligente sobre o tema leia aqui.

livro

 

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